
telhado de vidro
Então, de repente, ao chegar em casa, após mais uma sessão de clareamento mental, senti necessidade de reler velhos papéis. Encontrei poucos, os outros tomaram chá de sumiço. Depois de ler alguns, respondi uma msg no orkut e disse à minha amiga que só não havia ficado diabética pq palavras enjoam, até enlouquecem, mas não agridem o pâncreas. Tudo muito chato. Olha, deu pra entender tudo, mas precisei reler o que escrevi. Rito de passagem, 'ninguém' - sou Ofélia, A vida é bela. Até mesmo o 'obrigado' da folhinha seicho-no-iê. Que trabalheira, hein? Entendi, enfim, o abraço de torniquete e o sinal de liberdade ao voo de um amigo velho, assim que entramos na sorveteria. Passarinhos não voam à noite, já dizia meu pai, sabiamente. Afinal, eu enfim consegui almoçar (jantar) em Ipanema num dia péssimo para o Rio, o da queda do helicóptero. E tive que fazer mil e uma voltas pra chegar, as ruas estavam tomadas de policiais e carros de polícia. Muitas não davam passagem. Quase desisti justamente ao chegar do outro lado do túnel, na Lagoa. Estava estressada, ia conhecer alguém da nova família do meu filho. Fui, mas cheguei agitada, bem agitada. Era sábado, dia 17. Mais um dia e seria dia 18, dia do médico e de São Lucas, quando o blackbird morreu (faz tempo). Parece tudo mentira, tudo de mentirinha. Mas aconteceu e é verdade. Preciso do teatro, da imagem? Pois é, precisei. Hoje, na sessão de clareamento mental, lembrei de coisas que me machucaram demais há tempos. Sim, dores não deglutidas, não assimiladas, que me trouxeram outras, já em casa. Ah, mas isso é motivo para outra conversa... Al., gostei muito da história da sua segunda namorada. Bate direitinho com uma outra que eu conheço. Enfim, o que eu ia dizer não vou dizer mais. Não aqui. Meu caro An., seu bocejo foi muito esperto. Foi muito esperto tudo. 
Escrito por Ofelia às 00h28
[ envie esta mensagem ]
Não deixa de ser engraçado que eu não esteja vendo - pela primeira vez! - uma novela do Manoel Carlos, com o sugestivo nome de Viver a vida. Assisti a alguns capítulos na primeira semana e fim. Vontade zero. Por que será? Mistério... 
Escrito por Ofelia às 16h20
[ envie esta mensagem ]
Que coisa...
Escrito por Ofelia às 01h03
[ envie esta mensagem ]
Hoje em dia, algumas pessoas acham que a denominação de pastor ou evangélico é sinônimo de honradez e lisura. Domésticas a procura de emprego andam com bíblia. Falsos pastores fazem negócios. Como simulam...
Mesmo tendo passado uma noite quase em claro, sentindo mal, é possível perceber um falso pastor a quilômetros. Não que um verdadeiro pastor seja muito diferente sempre. Mas nenhum pastor, com uma mínima alfabetização bíblica, diz que Obama é o anticristo que salvará o mundo. Pode até dizer que ele é o anticristo, mas jamais que salvará o mundo. O anticristo não salva. Depois dele, só o final dos tempos. É o que diz a bíblia. Pastor que afirma ter se curado de um câncer de pulmão, que foi fumante por 17 anos, que a doença vitimou o próprio pai, embora ele tenha durado 13 anos doente, que tooooosse muito e depois não tosse nada, e que dias antes não tossiu uma vez sequer, só pode imaginar que está lidando com uma débil mental. Não está/estava. Não, eu não me lembro do crucifixo de madeira grossa (lembro de um), não entendi essa. Mas a voz, a voz eu posso jurar que já ouvi em outro lugar. E ah: despachante do governo? Conta outra... E olha que eu saí de casa tão mal que botei uma sandália antiga sem perceber que o salto do lado esquerdo tinha um defeito. Mas, idiota ainda não. Pode esquecer. Nosso 'encontro' pode não ter sido por acaso, mas não foi determinado por Deus. É coisa da vida comum, da vida dos homens.
Escrito por Ofelia às 00h51
[ envie esta mensagem ]
[ ver mensagens anteriores ]
|