
telhado de vidro
Ninguém segura Israel.
E agora, presidente Obama?
Às vezes penso que os israelenses estão jogando todas as fichas (?) antes da posse de Barack. Quem sabe, ao tomar posse, ele 'consegue' a paz?
Ou algo de muito, muito ruim para o mundo pode acabar acontecendo.
Escrito por Ofelia às 00h30
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Hoje, ao ver 'Maysa', me lembrei...
... que eu usava delineador preto, de pincel
... que aprendi a dirigir na Vemaguete do meu pai
... que, assim que tirei a carteira, fui pra escola em que trabalhava dirigindo, na Vemaguete. Sem me dizer nada, meu pai e minha mãe foram atrás de mim no primeiro dia. Eu, na Vemaguete azul claro; meus pais, no DKW sedan azul marinho
... que a porta da Vemaguete abria pra frente e era preciso segurar bem a saia ou a calcinha ficava à mostra
... que a mudança (coisa antiga!) da Vemaguete era no volante
... que fiz a prova de baliza com a buzina tocando, ela entrou em curto quando passei a ré
... que seu Amaral, meu alegre professor de direção, deu um soco no aro da buzina assim que se certificou de que eu havia passado na prova, e a buzina se calou
... que seu Amaral me contava muitas histórias, era fã de uma cantora Joelma
... que no dia em que passei na prova, logo na primeira vez, ele me levou pra tomar guaraná e comer coxinha de galinha em um bar, foi a comemoração
... que ele me disse, no primeiro dia de aula, "você nasceu pra isso" (pra dirigir)
... que conheci Ronaldo Bôscoli quando fui entrevistar Jair Rodrigues, que faria um show já não me lembro o lugar. Não conversamos, eu e Bôscoli. Ele me disse: "Você é tímida".
Escrito por Ofelia às 00h04
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Pérolas do jornal O DIA on, hoje: Fucinheira e foje, do verbo fugir.
Agora, com a reforma ortográfica, vamos ser analfabetos em duas línguas, a de antes e a de depois.
Escrito por Ofelia às 20h08
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Vi Maysa uma única vez. Foi no Aeroporto Santos Dumont. Ela chegava de um vôo (ainda me recuso a adotar a reforma ortográfica), entrou pela porta envidraçada e eu estava bem lá, não sei esperando quem ou o que fazia.
Fui muito ao Santos Dumont a passeio, tinha o hábito de me encontrar lá com algumas amigas pra lanchar torradas petrópolis no bar do segundo andar enquanto espiava os aviões decolarem. Bons tempos...
No dia em que vi Maysa eu não tinha ninguém ao meu lado. Ela entrou, de tailleur verde água ou azul bebê, os olhos combinavam com a roupa, que, acho, era mesmo verde água. Ou seria azul bebê? Uma presença forte, dentes lindos. A pele do rosto, maquiada, não me pareceu tão sedosa. Era muito bonita, atraiu todos os olhares.
Durante anos eu toquei "todos acham que eu falo demais/ e que ando bebendo demais/ que essa vida agitada não serve pra nada..." Era uma das minhas preferidas. Pra tocar, não pra cantar.
Hoje, ao ver o final do primeiro capítulo que conta e romanceia a história dela, Maysa, fiquei com gosto de passado na alma. O repertório de Maysa atravessou minha juventude. Cada música me remete a muitas lembranças. Lembrança do meu quarto, das coisas que eu gostava, da vida em família, de uma época.
Impressionante a semelhança da atriz Larissa com Maysa. Foi escolhida a dedo. Está se saindo bem. Que sorte.
Escrito por Ofelia às 23h53
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Ele custou a chegar. Talvez seja difícil passar por ele.
Escrito por Ofelia às 09h22
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