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telhado de vidro Chuva e música. Boa combinação. Escrito por Ofelia às 10h04 [ envie esta mensagem ] Chove lá fora. Aqui dentro, por enquanto, não. Dentro de mim. Escrito por Ofelia às 10h02 [ envie esta mensagem ] Hélio Fernandes é do tempo em que um jornal mudava o rumo da História num átimo. E ele escreve hoje como escreveria no passado. Tem chama. Mas o tempo passou na janela e HF, tal como a Carolina, do Chico, 'ainda' não viu. O mundo mudou. HF não precisa de solidariedade. Precisa de solução. Já. E os jornalistas da Tribuna idem. Pra ontem.
Escrito por Ofelia às 04h26 [ envie esta mensagem ] Woody Allen por Domingos de Oliveira, na Folha: 30/11/2008 - 16h26
Domingos de Oliveira: "Allen é um Alien"DOMINGOS DE OLIVEIRA* Colaboração para o UOL
Woody está errado. É impressionante como um homem tem pouco ou nenhuma noção de como é visto pelo mundo. Ele é muito mais importante do que Copolla, Scorsese ou Spielberg. É o autor de uma coisa formidável, que, mais ou menos uma vez por ano, engrandece e revigora a humanidade. Os filmes de Woody Allen. Não importa qual deles. Todos revelam a alma deslumbrante. Plena de aceitação do mundo como ele é, plena de amor, leveza e profundidade. Plena de uma compaixão que o leva a ser engraçadíssimo. Que serviço é mais útil do que fazer rir da própria condição humana? Allen é um Alien. É o melhor comediante, mais que isso, melhor dramaturgo. Mais que isso, melhor pensador sobre a sociedade moderna. Com um olhar comovido e uma lágrima brincalhona diz-nos, sem querer, que a vida vale à pena. E conhecer Woody Allen está entre as melhores coisas que a vida oferece. Tiros na Broadway, Interiores, Poderosa Afrodite, Crimes e Pecados e seu irmão gêmeo Match Point, isso para não falar de Zelig, Hanna e suas imãs e outros, fazem parte dos meus filmes prediletos. Quem não viu, não sabe o que perde. Filmes de W.A não são apenas inspiradas comédias de um filho de Molière. São instantes de beleza. E um instante de beleza é uma alegria para sempre. (Domingos de Oliveira é cineasta, diretor de "Todas as Mulheres do Mundo (1966) e do inédito "Juventude") Escrito por Ofelia às 22h10 [ envie esta mensagem ] O domingo lá fora pode ser como qualquer outro domingo de sol depois de dias de chuva. Aqui dentro de casa e dentro de mim ele espelha outros domingos em outras ruas. Mais precisamente em uma rua, aquela em que cresci e da qual saí para me casar. Quando me lembro de alguns desses dias eu me sinto sufocar às vezes. As lembranças são vívidas, parece que aconteceram ontem. E nelas estão meu pai e minha mãe. Dia desses eu tive uma crise de saudade, muita vontade de conversar com eles, vontade de ouvir risadas e poder abraçar. Coisa de doer por dentro. E foi inútil. Escrito por Ofelia às 17h01 [ envie esta mensagem ] Curiosidade. Doenças pouco sérias, ou não mortais (se tratadas), às vezes debilitam e abatem o ser humano. Exemplo: uma diarréia forte. Outras, como o câncer, só dão o sinal da graça quando em estágio avançado. A gente olha pro vice José Alencar e acha que ele está maravilhosamente bem. E não está tão bem. Já vi acontecer na minha família.
Escrito por Ofelia às 12h00 [ envie esta mensagem ] |
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