
telhado de vidro
Ingrid Betancourt é mesmo uma vencedora. Para quem viveu maus bocados na selva colombiana, ela está com ótima aparência. Aliás, nem parece que esteve por 6 anos na selva, passando por tudo aquilo que noticiou a imprensa. Mistério...
Escrito por Ofelia às 17h50
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Corantes não naturais

Tão bonita (e deliciosa) a fruta verde do conde que não sei quem foi... Ou não foi, tendo entrado a nobreza no nome apenas como sinônimo de uma preferência da aristocracia ou de fruta cara.
Esse verde natural, quando copiado em balas, pastilhas, comprimidos e afins precisa de um corante artificial, os amarelos tartrazina e crepúsculo. Não inofensivos para alérgicos que têm sensibilidade ao corante. Na Europa o uso desses corantes é proibido. No Brasil não é, apenas a legislação exigia que o rótulo de medicamentos trouxesse a advertência: "Este produto contém amarelo de tartrazina".
O uso do corante amarelo crepúsculo não requeria advertência no rótulo, ainda não entendi por que motivo. Pode ser menos agressivo que a tartrazina, mas, segundo li, seria capaz de causar reações anafilactóides em pessoas suscetíveis.
As pastilhas Valda, por exemplo, usavam o corante amarelo crepúsculo e mudaram para amarelo tartrazina sem fazer qualquer advertência especial na embalagem. O corante aparece apenas nos ingredientes. O laboratório deve achar que está certo, que segue a legislação. E segue. Mas a mim não agradou saber da mudança sem nenhum aviso especial.
Quem é alérgico deve examinar o rótulo de produtos amarelos, laranjas, verdes. Qualquer um. Se eles não contêm o corante betacaroteno natural, contêm amarelo tartrazina. Ou, na versão melhorada, o amarelo crepúsculo.
O Cebion laranja e o Fluimucil granulado usam amarelo crepúsculo.
Vale a pena uma pesquisa no Google sobre as duas substâncias, em especial a tartrazina.
Embora a Anvisa tenha relaxado na obrigatoriedade da advertência no rótulo, prefiro seguir a dica antiga do alergista: nada de tartrazina.
Escrito por Ofelia às 21h21
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Existe uma certa beleza na ruína física das coisas.
Menos na do ser humano.
Escrito por Ofelia às 00h38
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