
telhado de vidro
Perdi um tio em dezembro do ano passado. Em junho deste ano perdi uma tia, ambos por parte de mãe. Uma terceira, irmã do meu pai, também adoeceu, está muito magrinha, logo ela, sempre tão vaidosa.
Eu me queixei com meu irmão sobre o sumiço da família (muitos e muitos tios e tias), ele argumentou: "Qualquer dia é a nossa vez!" Falei "a fila está andando, não é?", e ele respondeu "já posso ver o balcão de embarque". Eu ri, a imagem me fez rir. Por pouco tempo. A casa dos meus pais sempre foi uma casa cheia de parentes. Hoje...
Fiquei pensando no tal balcão de embarque. Seria uma boa embarcar assim, atravessar o portão, dar um adeuzinho e 'até lá', como se fosse uma viagem.
Mas a vida e seu contrário são bem diferentes.
Escrito por Ofelia às 20h00
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O sonho é absolutamente livre. Sobre ele ninguém tem controle. O que eu sonhei esta noite? Com quem eu sonhei esta noite? Só posso dizer que foi um sonho bom, bom até dizer chega.
Escrito por Ofelia às 10h18
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Meu coração não sente compaixão por essa garota, Suzane von Richthofen. Nenhuma compaixão. Prefiro achar que ela é psicopata, que poderia estar sendo tratada num hospital especial qualquer, mas que jamais fosse solta. E agora os advogados querem reduzir a pena da mocinha, tentando tirar alguns anos por conta da crueldade (não houve?), motivo torpe (não houve?) e impossibilidade de defesa das vítimas (não houve?). E pensar que ela deve ser solta em quatro anos... O mundo deve estar pra acabar....
Escrito por Ofelia às 19h59
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