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telhado de vidro Os avanços tecnológicos não modificaram nossa vida até a década de 80. Em 81, meu irmão enviava fitas gravadas da Suécia e nós respondíamos com outra fita gravada. Trabalhamos com máquina de escrever até 1988, se não me engano. Os computadores entraram no jornal no final do mesmo ano ou no ano seguinte, já não sei bem, mas foi por aí. Nos anos 90 tudo se modificou. De lá para cá a tecnologia deu um salto e transformou nosso modo de viver. Meu espanto mais recente ocorreu quando liguei pra Telemar. Uma atendente virtual me surpreendeu e disse pra eu falar, isto mesmo, falar o que queria. Eu disse: “Conserto”. E ela: “Entendi”. Entendeu mesmo, me repassou, enfim, para alguém de carne e osso. Agora, minha maior vontade é brincar com a voz computadorizada, usar palavras como ‘receita de bolo’, ‘vitamina de banana’, alguma coisa assim. Só quero ver a atendente repetir que entendeu. Já experimentei com ‘vitamina de banana’. Não teve graça. Ela não disse ‘entendi’. Pediu que eu aguardasse, ia transferir a minha ligação. Decepcionante. Escrito por Ofelia às 16h55 [ envie esta mensagem ] Hoje faz 6 anos que minha mãe morreu, por volta de 5 e meia da tarde. Os anos têm passado muito rápido. Escrito por Ofelia às 16h20 [ envie esta mensagem ] De Cesar Maia ao jornal O DIA Por e-mail, Cesar Maia avaliou: “Minha opinião é que (Itamar) é um forte candidato e o único que cumpre o perfil anti-Lula na ética e na postura, o que é fator fundamental para a vitória”. O prefeito rejeita, porém, a possibilidade de apoio ao ex-presidente. “O candidato do PFL e, portanto, o meu, é Geraldo Alckmin”. Uai sô... Se Itamar é o único... Escrito por Ofelia às 13h44 [ envie esta mensagem ] Itamar ainda acaba vice de Lula. A depender das pesquisas. Escrito por Ofelia às 11h49 [ envie esta mensagem ] Vale a pena ler (o conteúdo integral) sobre Suzane von Richthofen Diz o jornalista Luís Nassif, na Folha de São Paulo: "A partir de relatos de vizinhos e de parentes (a revista Época) começou a desenhar um retrato realista das relações familiares, atropelando o primarismo de reduzir um crime passional, uma tragédia dessa dimensão a mera má influência do namorado ou ao excesso de ambição de uma moça sem antecendentes criminais ou de violência". Escreve a jornalista Cora Rónai, em O Globo: “Alguém capaz de planejar e levar adiante a morte dos próprios pais, e tão cinicamente se apresentar na televisão, é alguém tão distante de qualquer coisa que se pretenda humana que não seria de espantar se subitamente lhe víssemos o rabo, os chifres e as patas que a tradição popular associa ao inominável”. Eu suponho que a mocinha seja, ou tenha se tornado (se é que alguém se torna) psicopata (ou sociopata). Suzane alega que tinha fumado muita maconha. O máximo que conheço de maconha eu vi na despedida de uma colega de trabalho que fez uma festinha antes de voltar pra terra de Caetano e Gil. Fulana pegou a erva, montou o cigarrinho na minha frente e de quem tivesse olhos pra ver, ofereceu a experiência e ninguém quis, fumou e ficou alegrinha. Eis tudo. Daí que não sei no que uma pessoa se transforma quando fuma muita maconha. Mas e no dia seguinte? E no outro? E no outro? E agora? Suzane não mudou, não sente – é visível – arrependimento. Se arrependimento houvesse, talvez, sim, ela quisesse morrer. Claro que vou acompanhar o desfecho do caso. E torço para que Suzane seja condenada, embora digam que ela, se apresentar bom comportamento, pode ser solta três anos depois. Eis a Justiça. Por enquanto, me agrada a pronúncia de William Waack e Hermano Henning para o Richthofen. Escrito por Ofelia às 11h49 [ envie esta mensagem ] Parafraseando Cecília Meireles em Inscrição na Areia. A palavra marido não tem importância nenhuma Não tem o peso nem de uma rosa de espuma! Desfolha-se para quem? Para quem se perfuma? A palavra marido não tem importância nenhuma. E deveria ter, muita. Marido é uma palavra nobre. Assim como o verbo conviver. ‘A convivência é tudo’. Mas as pessoas preferem falar em Amor. Sempre. Escrito por Ofelia às 11h48 [ envie esta mensagem ] Me causa aflição não só o desemprego dos funcionários da Varig. Mas, sobretudo, o fato dos aposentados da cia. não receberem mais a complementação da aposentadoria. C..., amiga de uma amiga, nunca esperou por isso. Tampouco meu ex-médico, que já morreu. Ou morreria, eu acho, agora. A mulher dele ter ficado com a pensão. Que coisa... Quem tem braços, força e juventude pode trabalhar. Os que estão em casa vão viver com que dinheiro? Com a minguada aposentadoria do governo? E os que contribuíram com o fundo e não terão complementação? Pior: vão perder o $ que já empregaram. Irene Ravache falou que, no exterior, os artistas procuravam a Varig quando precisavam de alguma coisa. Não só os artistas, não só os artistas. A boa fama da Varig vem de longe. Que país inseguro é o Brasil. Escrito por Ofelia às 20h18 [ envie esta mensagem ] Prevaricar é um nome bem apanhado pro pessoal do governo. Em todas as acepções. Eta verbinho bão! Quando se transforma no substantivo prevaricação, ninguém pode com ele. Escrito por Ofelia às 11h33 [ envie esta mensagem ] Se Itamar for para o abraço, já ganhou o meu. Apesar de estar parecendo (como disse alguém) um cônego com aquela camisa abotoada no colarinho sem gravata. Itamar é como o antigo anúncio da Coca-Cola: "Itamar é isso aí". Escrito por Ofelia às 11h27 [ envie esta mensagem ] De Augusto Nunes no JB de hoje: "Um candidato com perfil de estadista liquidaria o sonho da reeleição em três aparições na TV. Mas Lula tem sorte - e o Brasil não tem juízo. Mais de 500 anos depois da Descoberta, terá de optar entre o mato e a capoeira, a caatinga e o deserto, o pântano e a areia movediça, o risco familiar e o perigo ignorado, o comprovadamente ruim e o possivelmente péssimo. Manda o código do medo que se escolha o mal menor". Escrito por Ofelia às 11h24 [ envie esta mensagem ] Convencimento
a vida sempre será assim a vida sempre sempre será será a vida assim será sempre a vida será será a vida ávida sempre sempre assim assim será sempre a vida a vida sempre será assim a vida sempre será a vida sempre será assim será sempre a vida será será a vida ávida sempre sempre assim assim será sempre a vida. Escrito por Ofelia às 19h57 [ envie esta mensagem ] Diz a coluna do Feltrin, no Uol, que o missionário R.R. Soares é cunhado de Edir Macedo, o da Igreja Universal. E que agora o missionário quer comprar parte da Rede TV! Deus do céu! - não há melhor expressão. Escrito por Ofelia às 20h52 [ envie esta mensagem ] Lula prefere disputar a eleição com Garotinho. Itamar seria um pedregulho no sapato. Escrito por Ofelia às 16h19 [ envie esta mensagem ] |
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