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telhado de vidro



E o dia amanheceu sem chuva.



Escrito por Ofelia às 12h01
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Quem sabe hoje?



Escrito por Ofelia às 01h09
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Espaço esgotado



Escrito por Ofelia às 01h07
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"A Bélgica é cinza. Mas, para dar dignidade à vida da gente, não é preciso de sol –nem de conforto ou de privilégio."

                                                                                 Contardo Calligaris

 

Humm... Discordo do Contardo. Sol é preciso. Olho minhas plantinhas que invariavelmente coloco no chão da sala para que aproveitem os raios solares que entram pela janela. Elas agradecem em forma de viço e beleza. Penso que o mesmo se dá conosco, os humanos. Tenho uma amiga que se o sol não sai ela entra em depressão. Não chego a tanto, gosto de chuva e de dias cinzas. Ainda agora a chuva marcha lá fora e isso me traz tranquilidade, me faz acompanhada. Silêncios absolutos e luminosidades exageradas não são bem-vindas(?) nos meus dias.

Há que existir algum rumor, ainda que seja o som da TV como pano de fundo. Mas eu falava do sol, e meu corpo sente falta, necessidade dele. Ainda assim não o procuro lá fora porque... porque... sei lá. Preciso e não procuro. Fazer o quê?

Se der um solzinho amanhã - não acho provável porque a chuva, me parece, veio pra durar - se o sol chegar por aqui, acho que irei ao encontro dele. Uma manhã. Não custa. O sol muda tudo. Do mesmo jeito que a chuva mancha o colorido das casas. O sol ajuda a brotação.

Ah, e um mínimo de conforto faz diferença. Adoro a minha casa, do jeito que ela é, sem tirar nem pôr. Sou feliz aqui.

Todo mundo deve ser feliz em sua própria casa.

 





Escrito por Ofelia às 01h05
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A chuva trouxe a mosca que aqui nunca tem. Uma só, mas como chateia...

Não quero matá-la, não sou de matar nem formiga, que na infância salvei do maremoto provocado na água da banheira.

Falando nela, pra onde ela foi? Me deu sossego ou mudou de cômodo? Tomara tenha saído por uma fresta qualquer de janela. 

Um dia a gente também sai por uma fresta para nunca mais voltar



Escrito por Ofelia às 14h56
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Mentira, é tanta mentira que você contou...



Escrito por Ofelia às 14h33
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CONSERTANDO O CONSERTO

O Engenhão é como a motocicleta de que falava o Max Nunes, amigo, bipadrinho e parceiro do Jô em seus programas: foi feito pra cair. Ou não teriam interrompido os jogos no estádio para essa sucessão de obras que se arrastam há meses e, por tabela, fu... tudo em volta.

Diminuiram 7 metros da rua Dr. Padilha (das demais do entorno) antes larga e fácil de estacionar, para fazer o bairro 'maravilha' disso aqui. 

Royalties para o vereador S. Ferraz. A idéia de estreitar a rua foi dele. 

A única obra merecedora de aplausos foi a recuperação do conjunto dos ferroviários. Trocaram todos os telhados, puseram grades altas aobre o muro e pintaram todos os prédios. Obra, acho, da Secretaria de Habitação. Que sabe o que faz. E fez,

Agora, os motoristas botam os carros sobre a calçada. Fu... a rua e o estádio fu... os moradores.

Sinceramente? Joga essa construção no chão. Quem vai ter coragem de voltar lá para um jogo?

Eu, que nunca fui no estádio, estou condenada a não ir.

Quer saber, Engenhão? Já vai tarde.

Parecia animador quando começou a chegar. Só trouxe problemas, inúmeros.

Desculpa, Botafogo. Mas é melhor a prefeitura derrubar e construir aqui em frente o nosso Central Park.

Faltam áreas verdes no Rio.

Ou, quem sabe?, supermercados. Que existem, mas são perto-longe.

Caso contrário, é mais grana pras empreteiras consertarem o conserto ao longo de dois anos, até 2016.

Quanto vai custar?

Quem é que vai saber?

Joga no chão, vai...

Joga no chão.

Ah1: Disseram que houve um barulhão. Onde? Não escutei nada.

Ah2: Mas três urubus passaram a voar aqui em cima. Time adversário comemorando?

Ah3: Daqui a pouco cai é um dos muitos helicópteros que sobrevoam as nossas cabeças.



Escrito por Ofelia às 13h15
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Essa tal de INVEJA, além de existir, deve fazer mesmo muitos estragos.

Na noite de sexta-feira, dia 05/12/14, Pe. Marcelo Rossi disse, no Programa do JÔ, que perdeu vários cachorros por causa da inveja, depois que se tornou padre. Padre pop, claro.

Contou que usou esteroides anabolizantes para criar músculos.

Parece estar fazendo terapia por causa da depressão, e assim passou a falar suas verdades.

Foi investigado pelo Vaticano, está magro, bem magro.

A religião, ao que parece, não livra ninguém de nada ou coisa alguma.

Melhoras, padre.

 



Escrito por Ofelia às 11h17
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Um dia...



Escrito por Ofelia às 23h10
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Até quando?



Escrito por Ofelia às 15h06
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Não é só a idade avançada que faz Ratzinger tomar a decisão de renunciar ao papado. A Igreja precisa se modernizar ou não vai adiante.

Prova de que há descontentes é a manifestação de Vincenzo Paglia, ministro do Vaticano para a Família, que defendeu os direitos civis das uniões fora do casamento. Hoje, é sabido, divorciados que casaram de novo não podem comungar.

Não sei por que, mas imagino que haja uma ala progressista na Igreja que destoa de Ratzinger. Daí a renúncia.

Acho bom que ele tenha renunciado. Quem sabe vem outro Papa mais familiarizado com a vida real.



Escrito por Ofelia às 19h45
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Muito de propósito, tudo.

Não importa quanto machuque, doa, destrua.

Nada permanece igual, nada é igual ou desigual para sempre.

Um fim, um começo.

Como diria mister m, 'da vida ninguém escapa".

Nem eu nem você.



Escrito por Ofelia às 10h35
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A morte sempre arranha.



Escrito por Ofelia às 07h40
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  1. Em tempo de adeus (Edu Lobo e Ruy Guerra)
  2. Quando eu morrer
    e é tão triste a gente ir (BIS)

    Ter que deixar tanta esperança
    tanta gente a quem amar
    quem sabe alguém
    pra me olhar

    Quando eu morrer
    e é tão triste a gente ir (BIS)

    Ah, se eu pudesse
    ter te encontrado
    a dor da morte era assim igual
    mas mil vidas dadas
    uma só guardar
    para viver sempre
    toda sempre ao lado teu

    Quando eu morrer
    e é tão triste a gente ir (BIS)

    Alguém escreva para mim
    numa primavera qualquer
    a palavra liberdade
    junto ao meu desespero
    de acabar

    Quando eu morrer
    e é tão triste a gente ir (BIS)


Escrito por Ofelia às 07h38
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A morte ronda. Nem boa nem má, feia e bonita.

Qualquer hora se apresenta.

Digo olá?



Escrito por Ofelia às 11h19
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